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SOLUÇÕES

 

TIPOS DE RESÍDUOS

DAS RUAS ATÉ A CENTRAL
O lixo recolhido na cidade é levado para a nova Usina de Tratamento de Resíduos
COMO FUNCIONA O ATERRO?
A ENTRADA NO ATERRO
Assim que chegam ao local, os dejetos passam por uma triagem.
A TRIAGEM
Em esteiras e com equipamentos de proteção individual os catadores efetuam a seleção dos resíduos que podem ser reciclados.
O ATERRO SANITÁRIO
O rejeito é levado para a Usina para seu processamento, nos casos de manutenção da usina o rejeito é depositado no aterro sanitário.
A USINA DE TRATAMENTO RSU/RSS
Aqui os resíduos passarão por um processo de inertização e redução de volume através da tecnologia de plasma que permite controlar e reformar os gases produzidos no processo, e a vitrificação dos resíduos sólidos que passam a ser uma matriz vítrea inerte e sem lixiviação, mais estável que o cimento, por exemplo, não é atacado pela água.
A USINA DE TRATAMENTO RSU/RSS
A parte gasosa (orgânica) do resíduo segue para a terceira câmara, onde os gases serão reformados para produzir o gás de síntese que irá abastecer a unidade de geração de energia.
ENERGIA!!!
ENERGIA DEVOLVIDA 
Logo após a geração de energia, o processo permite que parte seja devolvida para a rede elétrica e assim o ciclo sustentável e correto, segue.
Resíduos Sólidos Urbanos
(RSU's)
Os resíduos sólidos urbanos (RSU's), vulgarmente denominados por lixo urbano, são resultantes da atividade doméstica e comercial das povoações.
Estima-se que cada pessoa produza, em média, 1,3 kg de resíduo sólido por dia. Desta forma, uma pequena cidade de apenas 10 000 habitantes produziria mais de 10 toneladas de lixo diariamente.
A coleta dos resíduos urbanos pode ser indiferenciada ou seletiva. É indiferenciada quando não ocorre nenhum tipo de seleção na sua coleta e acabam rotulados como lixo comum. E é seletiva quando os resíduos são recolhidos já com os seus componentes separados de acordo com o tipo de resíduo e destino para o qual são enviados.
Resíduos Sólidos Saúde
(RSS)
Os Resíduos Sólidos de Saúde ou como é mais comumente denominado "lixo hospitalar ou resíduo séptico", sempre constituiu-se um problema bastante sério para os Administradores Hospitalares, devido principalmente a falta de informações a seu respeito, gerando mitos e fantasias entre funcionários, pacientes, familiares e principalmente a comunidade vizinha as edificações hospitalares e aos aterros sanitários. A atividade hospitalar é por si só uma fantástica geradora de resíduos, inerente a diversidade de atividades que desenvolvem-se dentro destas empresas.
O maior problema é o chamado “lixo infectante - classe A”, que representa um grande risco de contaminação, além de poluir o meio ambiente. A maior parte dos estabelecimentos não faz a separação deste material, que acaba indo para os aterros junto com o lixo normal ou para a fossa.

Outro problema é o chamado “lixo perigoso - clase B”, cuja destinação final, atualmente, fica sob responsabilidade dos hospitais.

O material recolhido nos hospitais, acondicionado segundo normas que variam em função do grau de periculosidade dos produtos, geralmente é levado a um aterro próprio.

Já o "lixo classe C" dos hospitais – também devidamente separado - fica sujeito ao mesmo sistema de recolhimento do restante da cidade, indo parte para reciclagem e parte para a coleta normal, que inclui apenas o material orgânico destinado ao aterro sanitário.
Resíduos Industriais
A questão do correto tratamento dos resíduos industriais é um tema que cada vez mais impacta a gestão de empreendimentos de todos os portes. O aumento da consciência dos efeitos nocivos da destinação inadequada, somada à legislação cada vez mais exigente e à fiscalização eficiente, tem feito aumentar, ano a ano, o total de resíduos industriais processados no Brasil: em 2009, apenas as empresas especializadas na manipulação destes resíduos processaram oito milhões de toneladas, 10% a mais que no ano anterior.
A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) divide os resíduos em três classes: 

Classe 1 - Perigosos - Contaminantes e tóxicos; 
Classe 2 - Não inertes - Possivelmente contaminantes; 
Classe 3 - Inertes - Não contaminantes. 

Para cada classe, há um destino correto. Os dois primeiros, por exemplo, precisam ser obrigatoriamente enviados a aterros sanitários que possuam instalações adequadas para recebê-los, enquanto os de classe 3 podem ser enviados para aterros comuns.
Resíduos Tóxicos
Poluentes clássicos:

• O dióxido de carbono (CO2): O principal gás responsável pelo aquecimento global.

• Óxidos de nitrogênio (NOx) contribuem para a formação de ozonio troposférico e poluição.

• Cloreto de hidrogénio (HCl): muito solúvel em água, forma um ácido forte chamado ácido clorídrico, responsável pela formação de nevoeiros de ácido em humidade e as condições ambientais de investimento. Tal situação pode provocar irritação dos olhos e outros tecidos humanos sensíveis e problemas respiratórios.
• O dióxido de enxofre (SO2): Principal responsável pela destruição das florestas pela chuva ácida.

• O material particulado: Foram distinguir entre as partículas grosseiras (mais de 2 micrómetros de diâmetro) e as partículas finas (menos de 2 micómetros). As partículas finas são mais perigosos, pois eles podem ser transportados a centenas de quilômetros pelo vento e o corpo humano não tem nenhuma proteção contra eles, podem facilmente penetrar nos alvéolos dos pulmões, onde os contaminantes serão diretamente transportados para o sangue.

• Metais pesados:
Os mais perigosos são o mercúrio, que prejudica o sistema neurológico, o cádmio, que danifica os rins, e o chumbo, cujo o efeito mais preocupante é o dano que ocorre no desenvolvimento mental das crianças. Sua toxicidade é agravada devido à sua persistência e bioacumulação: não se degradam e os seres vivos não têm mecanismos para eliminá-los.
• Compostos orgânicos sintéticos:
Distinguem pela sua elevada toxicidade, a volatilidade, a persistência no ambiente, a natureza bioacumuláveis e mobilidade em aterros sanitários, substâncias tais como hidrocarbonetos alifáticos, hidrocarbonetos aromáticos (tolueno, xileno, benzeno), éteres, cetonas, aminas, PCBes e PCTes ... Entre eles estão os mais perigosos poluentes gerados pela atividade humana: dioxinas e furanos, que pertencem a uma família química organoclorados mais amplos e altamente cancerígenos:

• Dioxina
. Cloreto de vinilo: Usado na preparação de PVC. Causa câncer no cérebro, suprime o sistema imunológico. Mutagênico, causar defeitos de nascimento.
. Tricloroetileno: Usado na limpeza de borracha, tintas e tapete. Causa cancro e danos no sistema nervoso centrale problemas reprodutivos.
. Metilclorofórmio: Usado como fluidos de correção e tintasDanifica o sistema cardíaco e respiratório. Destrutivo da camada de ozônio. 
. Percloroetileno: Usado na limpeza a seco de metal, desengorduramento. Causa danos no fígado e rins. Provoca a chuva ácida.
. Hexaclorobenzeno: Usado como ungicidas, na produção de solventes clorados.Inibe o desenvolvimento e afecta o metabolismo e causa a Bioacumulação. Usado também como subproduto durante a produção ou a incineração de organocloro. Causa câncer e insuficiência reprodutiva, danifica o sistema imunológico. Faz com que os tumores cancerígenos em mamíferos marinhos e peixes.